Sempre que que peço aos meus anjinhos (leia-se... alunos ehheh!)  para enumerarem compositores de música erudita, só sabem dizer um... Mozart. Bem, com um bocadinho de esforço, algumas dicas, lá dizem... Beethoven, mas ficam por aí.

Isto significa que vou ter muuuuuuuuito que trabalhar nestes dois anos...

 

Por isso, aqui fica mais um nome... Brahms.

 

Johannes Brahms (1833-1897) foi um compositor alemão, um dos mais importantes do Romantismo musical, no século XIX.

Estudou piano desde muito novo, e tocava em bares à noite com o pai que era violinista, adquirindo assim muita experiência como músico.

Compôs muitas obras instrumentais mas não se interessou pela ópera nem pelo ballet. Muitos musicólogos afirmam que muitas das obras de Brahms foram destruídas por ele próprio, sob o pretexto que não estavam bem, por alguma razão. Mesmo assim, deixou-nos uma vasta obra.

 

 A sua obra "Dança Húngara nº5" com enorme influência dos temas folclóricos da Hungria,  foi actualmente utilizada num Remix de Pompon Finkelstein e Criistophe Couderc, que por sua vez foi popularizada por um anúncio de um automóvel que  sendo um transformer, deslizava pelas estradas...

 

 

publicado por ProfZ às 18:39 |

Batuta, não é nome de palhaço, como já referiu um dos meus anjinhos. 

 

É uma varinha, normalmente de madeira leve, que é utilizada na idade moderna pelos maestros, para marcar o ritmo e dar indicações precisas de interpretação musical, como andamento, dinâmica, ritmo, etc. 

 

Mas nem sempre assim foi.

No século XVII, por exemplo, os maestros utilizavam  um bastão pesado (um pau!!!!!), que batiam no chão, marcando a pulsação da música.

 

Foi nesta altura, no período barroco, que viveu o compositor  Jean-Baptiste Lully (1632-1687).

Embora tenha nascido em Itália, foi para França com 14 anos e aí iniciou-se como músico e compositor. Devido ao seu trabalho, muito apreciado em especial pelo Rei Luís XIV, o Rei Sol, foi nomeado compositor oficial do rei, um cargo de grande importância.

Numa das suas actuações enquanto maestro, em que utilizava um bastão para bater a pulsação, com o entusiasmo da interpretação, bateu com ele no pé.

Este acidente provocou-lhe a morte uns dias depois, porque a ferida infectou...e claro... não havia ainda o tão famoso e útil antibiótico.

 

Uma cena do filme "Tous les matins du monde", em que Lully dirige a orquestra. É interpretada uma composição do próprio Lully, "Marcha para a cerimónia dos turcos", uma das minhas preferidas.

Uma nota mais... os instrumentos usados são instrumentos da época de Lully (séc.XVII).

publicado por ProfZ às 22:30 |


Joann Strauss (1804-1849) nasceu exactamente há 204 anos, a 14 de Março de 1804 em Viena  de Áustria. Foi um compositor  que pertenceu a uma enorme família de compositores, a família Strauss.

Este compositor, em 1848 compôs uma marcha em honra de um militar austríaco Joseph Wenzel Radetzky que na altura comandava a repressão sobre as revoltas liberais. Por isso, a marcha chama-se Marcha Radetzky e tornou-se muito conhecida por ser todos os anos tocada num concerto  em Viena que se realiza no primeiro dia do ano . Este concerto costuma ser exibido em directo na RTP1 no dia de Ano Novo.

 

Esta marcha tem a particularidade de ter, como parte integrante da sua partitura, as palmas do público em algumas partes. Poderão ver no vídeo, o maestro dirigir-se ao público  logo no início porque algumas pessoas começaram a bater palmas antes do momento certo...

Depois, ao longo da interpretação o maestro dá indicação ao público também. Em linguagem musical faz o que se chama... "dar a entrada".

 

Este vídeo apresenta a Orquestra Filarmónica de Viena e um grande maestro... Claudio Abbado .

 

 

publicado por ProfZ às 21:27 |

O que é que o site Youtube não tem?

 

Um excelente exemplo de música dum anúncio de uma marca de cerveja, onde são utilizadas garrafas e garrafinhas... para construir instrumentos musicais. O resultado é este... fabuloso!

   

 

publicado por ProfZ às 18:54 |

Uma flauta transversal baixo tem um som mais grave do que a flauta tranversal mais conhecida. Para isso, o tubo tem que ser mais comprido,  e devido às suas dimensões, o instrumento tem uma curva.

Esta interpretação que escolhi é executada de uma forma genial, uma vez que é realizado simultaneamente um acompanhamento instrumental. A música é "Aguarela do Brasil" do compositor Ary Barroso.

 

 

 

Uma versão  da mesma peça musical mas num arranjo para Orquestra de Câmara (com um pequeno número de instrumentos). 

 

 

 

publicado por ProfZ às 21:16 |

"A música está em tudo.

Do mundo sai um hino."

(Victor Hugo)

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